Ao estudarem a forma como os veículos de comunicação cobriam campanhas políticas e eleitorais, teóricos constataram que o principal efeito da imprensa é pautar os assuntos da esfera pública, dizendo às pessoas não "como pensar", mas "em que pensar". Geralmente se referem ao agendamento como uma função da mídia e não como teoria.
A tese de que as pessoas não respondiam diretamente aos fatos do mundo real, foi composta pelo pensamento de que elas viviam em um pseudo-ambiente composto pelas "imagens em nossas cabeças". A mídia teria papel importante no fornecimento e geração destas imagens e na configuração deste pseudo-ambiente.

Fonte: WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1995.
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